terça-feira, 19 de maio de 2015

Do que você tem medo?

O Grito - Edward Munch
Durante toda história da arte, artistas em muitas de suas obras usaram tiveram como  tema central os sentimentos e emoções.
Nos primeiros anos do século  XX , os artistas expressionistas interessaram-se pela representação da emoção e do lado dramático da vida. Esses artistas queriam representar as reações subjetivas que os acontecimentos cotidianos causavam nas pessoas, e para isso empregavam formas distorcidas e cores intensas.
Explorar e conhecer as emoções é parte do trabalho dos artistas. Muitos artistas  escrevem diários nos quais escrevem e registravam suas emoções. Conhecendo os sentimentos mais profundos, podem comover as pessoas por meio de seus trabalhos. Em certas situações os artistas podem usar personagens para representar seus próprios sentimentos e também emoções vividas por outras pessoas.
É isso que fez o pintor norueguês  Edvard Munch  um dos mais representativos artistas do Expressionismo, em sua obra “O GRITO” ele quis transportar toda emoção que um grito pode conter. A paisagem da obra parece estar em movimento e as cores realçam a angustia da figura representada que aparece bem distorcida. Sobre a obra ele escreveu: “_De repente o céu ficou vermelho sangue. Eu parei e me inclinei sobre o parapeito morto de cansaço e olhei as nuvens flamejantes que pareciam sangue sobre o fiorde preto azulado. Meus amigos seguiram. Eu fiquei ali tremendo de medo. E senti um grito alto e interminável perpassando a natureza”.
Após estudar sobre sentimentos e emoções em obras de arte em especial em obras expressionistas, pedi aos alunos que fizessem a releitura da obra O Grito revelando em seus desenhos os medos de cada um.  Para isso  foi tirada uma foto de cada um gritando como o personagem central da obra.

Professor arte educador; Jorge Luís Kuntze

João Vitor - 8º1

Luiz - 8º4

Maria Eduarda - 8º3

Janaina - 8º1

Ediane - 8º1

Giovana - 8º3

Alan - 8º3

Matheus - 8º1

Maria Celeste - 8º1

Gustavo - 8º1

Gabriel - 8º4

Nicole - 8º3

Faber - 8º3

Eduardo - 8º3

Laura - 8º3



História da Nega Maluca

Conhecendo Tarsila do Amaral
Tarsila do Amaral é considerada uma das maiores pintoras do modernismo brasileiro. Em suas obras observamos as cores do Brasil, ela retratou  paisagens rurais e urbanas do nosso país, além da nossa fauna, flora, folclore cultura e etnias. Ela dizia que queria ser a pintora do Brasil. 
Os alunos dos quartos anos da Escola de Educação Básica “Silva Jardim” nas aulas de Artes, tiveram a oportunidade de conhecer e estudar muitas de suas obras como: Abaporu, Sol Poente, Autorretrato com brincos grandes, A Cuca e A Negra.
Ao estudarmos sobre a obra “A Negra” discutimos sobre os elementos artísticos que a obra possui, linha, volume, cor entre outros, mas também levantamos questões sobre diversidade étnica no Brasil e estudamos sobre cultura africana em nosso dia a dia, evidenciando sua importância para construção de nossa cultura.
Após estas reflexões conhecemos a  História  do Bolo Nega Maluca e junto com os alunos fizemos a deliciosa receita e saboreamos esta maravilha da culinária afro-brasileira. Veja abaixo a história a receita e seu modo de preparo:

História e Receita do Bolo Nega Maluca

      Na década dos anos 40, uma escrava africana foi vendida para uma família de São Paulo, todos a chamavam de “Nega Maluca”, porque não entendiam nada do que ela falava. A história diz que um dia ela estava batendo um bolo, e sem querer acabou derrubando todo o chocolate em pó de sua patroa dentro da massa, ainda assim toda assustada ela continuou batendo o bolo, levou ao forno e criou esta deliciosa receita, que acabou ficando conhecido como “Bolo da Nega Maluca”. Mais tarde, o nome acabou sendo abreviado para  Nega Maluca.  
Este bolo com certeza é uma delícia, e deixa qualquer um com água na boca. Sem sombra de dúvidas você vai fazer muito sucesso ao oferecer para seus familiares ou amigos numa bela reunião, café da tarde enfim, todos vão gostar muito e vão até querer saber o segredo e história da receita.
VAMOS CONHECER E FAZER A RECEITA?

Nega Maluca

Ingredientes:
             Massa
·         3 ovos
·         2 xícaras (chá) de farinha de trigo
·         1 xícara (chá) de açúcar
·         1 e 1/2 xícara (chá) de chocolate em pó
·         1 xícara (chá)  de óleo
·         1 colher (sopa) de fermento em pó
·         1 e 1/2  xícara (chá) de água fervendo
·         1 pitada de sal
  Cobertura:
·         1 xícara (chá) de leite com uma colher de amido de milho diluída.
·         6 colheres (sopa) de açúcar
·         6 colheres de chocolate em pó
·         1 colher (sopa) de margarina
·         Granulado de chocolate a gosto

Modo de Preparar.
Massa: Em um recipiente misture bem o açúcar, a farinha o chocolate e o óleo. Em seguida acrescente a água quente, os ovos, o fermento e mexa bem. Unte uma forma com óleo e farinha de trigo, coloque a massa e leve para assar em forno médio por 40 minutos (com a ajuda de um adulto), ou até que o bolo esteja assado. Retire e reserve.
Cobertura: Leve os ingredientes da cobertura ao fogo, mexendo até engrossar.. Despeje sobre o bolo e espalhe granulado a gosto. Espere esfriar e sirva.
                    Bom apetite.

Professor arte-educador: Jorge Luís Kuntze
Professora pedagoga: Odinéia Aparecida Hasckel de Souza











sexta-feira, 17 de abril de 2015

Resgate Histórico

No dia 15 de abril foi realizada no auditório da prefeitura municipal uma explanação pelos alunos do 2º ano do Ensino Médio e organizada e mediada pelo professor Reginaldo Silveira e auxiliado pelas professoras Ana Paula Kretzer Dolagnelo e Carol Pereira, sobre “A história de Alfredo Wagner”. Para isso contamos com a ilustre presença, de convidados com um vasto conhecimento sobre o tema, para que eles pudesse colaborar com o resgate da história do município.
Se fizeram presentes no evento entre outros:
Altair Wagner – Diretor da Fundação Alfredo Henrique Wagner e idealizador do Museu Arqueológico de Lomba Alta;
Celita Campos Angeloni – Autora do livro José de Campos;
Quirino Iung – Munícipe e grande conhecedor de nossa história;
Sergio Biasi Silvestre – Ex prefeito;
Renato Harger – Ex vereador e autor do livro “O velhinho de barba branca”.
Valneide da Cunha Campos – Secretária Municipal de Educação
Pôde-se notar um grande interesse por parte dos alunos e grande satisfação por parte dos convidados e dos professores devido a socialização de saberes gerada pelo evento. Foram algumas horas em que o passado voltou a pauta e muitas lacunas de nossa história foram conhecidas.
Alfredo Wagner está localizado em ponto naturalmente estratégico – início do Vale do Itajaí, com fácil acesso ao Litoral e à Serra. Possui quase 10 mil habitantes, cuja maior parte (70%) reside na zona rural e tem como atividade principal a agricultura. Sua área está em grandes altitudes e seu território é rico em nascentes; seu relevo é íngreme e dificulta, mas não impede seu desenvolvimento, assim como não impediu sua ocupação, já que, foi colonizada, em maioria, por alemães e italianos, povos que desbravaram e construíram nas dificuldades seu local de morada e trabalho. Sabendo, ainda, que tendo ocorrido certo desenvolvimento urbano, isto é, características que traduzem o processo estrutural e espacial de um processo urbano, como a relativa concentração populacional e relevante estabelecimento de comércios em diferentes áreas do território do município de Alfredo Wagner, em localidades como Catuíra, Arnópolis, “Quebra-Dentes”, Barracão, Lomba Alta, Rio Engano podemos nos perguntar: Como valorizar nossa terra natal ou de residência e sua história, bem como conhecer e se encontrar como parte integrante desse processo? E. por que o desenvolvimento comercial e populacional – dimensões de um processo urbano – estabeleceram-se no então espaço chamado de “Sombrio”, área relativamente menos provável para tal processo?



sexta-feira, 10 de abril de 2015

HUM... Páscoa!

Para comemorar a páscoa e não perder a magia desta data tão especial, os alunos dos segundos anos 1 e 2 da E. E. B. Silva Jardim, com o apoio da professora Denize Maffei Marian decoraram suas próprias casquinhas. E com pincel, tinta e muita animação, decoraram sua própria “árvore de páscoa”!
A alegria foi tremenda e as crianças ficaram a espera do coelhinho, para encher as casquinhas com docinhos. Ao final da semana, cada criança levou para casa suas casquinhas recheadas de doces e muito aprendizado.

Com certeza, esta experiência ficará marcada em suas memórias por toda a vida. E a interação entre a professora e os alunos jamais será esquecida!








O OUTONO CHEGOU!


Para finalizar o projeto “O OUTONO CHEGOU”, os alunos dos alunos dos segundos anos 1 e 2 da E.E.B. Silva Jardim, sob a supervisão da professora Denize Maffei Marian produziram suas próprias árvores de outono.
As mesmas foram uma representação do que acontece com as folhas das árvores nesta estação, onde o friozinhos chega e a magia do inverno se aproxima.
Assim, todos os alunos e a professora interagiram de forma lúdica, aprendendo mais sobre a estação em que estamos e as demais estações do ano.
Ao término do trabalho, fizeram uma exposição no pátio externo da escola. E todas as crianças ficaram orgulhosas do trabalho que elas mesmas produziram.














quarta-feira, 8 de abril de 2015

Páscoa na Praça

Na última quinta-feira, dia 2 de abril, a E.E.B. Silva Jardim promoveu mais uma Páscoa na Praça, neste ano a Festa aconteceu na Rua Claudino Mariotti, em frente a academia Ativida. Os alunos se divertiram muito com algumas brincadeiras como: Coelho sai da toca, tiro ao alvo no coelho, argola na orelha do coelho, oficinas, maquiagem, corrida do balão, corrida de obstáculos, dançaram zumba e assim o dia foi muito divertido!
No mesmo dia houve a Páscoa Solidária, em que professores e funcionários presentearam alunos de nossa escola, observar-se a alegria dos alunos ao ver a coelhinha, receber os presentes e assim mais uma Páscoa aconteceu com um Espírito verdadeiramente fraterno em nossa escola.